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Localizada em Alenquer, a Quinta do Monte D'Oiro é conhecida desde o séc. XVII como um local privilegiado para a produção de grandes vinhos. O objectivo do produtor José Bento dos Santos, conhecido comunicador e divulgador de gastronomia e vinhos, é a elaboração de vinhos de alta qualidade de estilo europeu, respeitando o terroir existente – uma combinação única de solos e clima. Na vinha do Monte D'Oiro estão plantadas as castas Syrah, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Petit Verdot e Viognier, com as quais o produtor tem elaborado alguns dos vinhos mais aplaudidos em Portugal e no mundo.

Bem VindoÀ Quinta do Monte D`oiro com a LISBON VALLEY TOURS

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Situada em Alenquer, em plena Região Vitivinícola de Lisboa, a Quinta do Anjo estende-se por mais de 120 hectares, circundando um solar do século XVII adjacente a uma adega de traça tradicional.

Mais de metade da propriedade acolhe já as cerca de duas dezenas de castas que servem de base aos cartões-de-visita da casa - os vinhos ‘Vinhas do Lasso’, ‘Terras do Anjo’, ‘Quinta do Pinto’ e ‘Quinta do Pinto – Grande Escolha’. À área restante, será dada primazia à plantação de castas portuguesas.

Reza a história que o vinho aqui produzido, há dois séculos atrás, se destacava de tal forma na região que valia mais Pintos, a moeda de ouro em circulação no reinado de D. João V. Este vinho chegou a ser famoso nas cortes europeias. Acresce que o senhor Pinto foi, em tempos, um carismático feitor desta propriedade. Desde então que, na região, a quinta é referida como ‘o Pinto’. Feliz coincidência, Pinto é também o apelido dos actuais proprietários. A ‘Quinta do Pinto’ tornou-se, assim, o nome do nosso projecto vitivinícola e de um dos vinhos que produzimos com muito orgulho.

Produzir vinho reconhecidamente de qualidade superior, e que seja o expoente máximo da região, é a motivação da Família Cardoso Pinto neste projecto.

Bem Vindo à Quinta do Pinto com a LISBON VALLEY TOURS

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Desde tempos imemoriais, os vinhos do Convento são parte integrante da história de Alenquer. De um rubi profundo, por vezes granada intenso, os vinhos tintos da Quinta do Convento têm um nariz característico que mistura frutos pretos, sobretudo a amoras, notas de menta, chocolate preto e especiarias finas. Na prova o vinho alia força à elegância, densidade e amplitude. Com um carácter musculado, impõe uma ideia serena de classicismo com uma estrutura tanínica que deixa transparecer uma longa e serena guarda. De cor citrina com reflexos dourados e esverdeados, os brancos da Quinta do Convento caracterizam-se por aromas tropicais e frescos, com alguma complexidade onde sobressaem notas de mel, frutos de caroço e ligeira tosta. Na boca revelam complexidade com equilibrada acidez e untuosidade que, em certos casos é dominante, e proporcionam um agradável e persistente final de boca. Os proprietários da Quinta empreenderam um trabalho ao longo de mais de 3 séculos, trazendo a cada época as técnicas mais avançadas com uma preocupação eterna de melhorar a qualidade, respeitando a pureza do terroir, em plena zona protegida da serra de Montejunto. Não obstante a idade das vinhas, os vinhos obtidos carregados de história e tradição são a prova de que só o rigor da selecção e a exigência e dedicação ao longo de todo o processo, permitem obter grandes vinhos.

Bem Vindo à Quinta do Convento com a LISBON VALLEY TOURS

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A Quinta da Ribeira fica situada em Meca, no antigo concelho medieval dos Montes de Alenquer, e é actualmente sede da Sociedade Agrícola Félix Rocha. Esta quinta começou a ser produtiva em meados do século XIX por iniciativa do Sr. Félix Rocha, bisavô dos actuais proprietários.

Por volta de 1925, foi plantada vinha numa área de cerca de 220 hectares distribuidos por várias quintas na zona de Alenquer.

A partir de 1927, a Quinta da Ribeira chega a produzir cerca de 1.750.000 litros de vinho, a partir de uvas das castas tradicionais portuguesas, Tinta Miúda, Camarate, Castelão e Preto Martinho, nos tintos, e de Fernão Pires, Arinto, Rabo de Ovelha e Vital, nos brancos.

A quarta geração da família Félix Rocha reconheceu a necessidade de investimento para melhoria da qualidade produtiva investindo, desde 1991, na completa reestruturação das vinhas e da adega. Presentemente explora vários hectares de vinha distribuídos pela Quinta da Ribeira, Casal do Mato, Casal Novo, Quinta de São Cristóvão e Quinta do Baracho.

As vinhas estão plantadas em solos argilo-calcários em encostas de suaves declives com exposição solar a sul. Aqui podem encontrar-se castas nacionais como Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz (Aragonez), Fernão Pires, Arinto, Viosinho e Moscatel, e internacionais como Merlot, Syrah, Petit Verdot, Alicante Bouschet, Caladoc, Pinot Noir, Cabernet Sauvignon e Sauvignon Blanc.

Por motivos de preocupação e proteção ambiental a empresa decidiu trabalhar em regime de produção integrada.

A adega da Sociedade Agrícola Félix Rocha foi alvo de uma profunda remodelação tecnológica em 2003. Em paralelo com a modernização total do equipamento de vinificação actualizou-se também a colheita, que passou a ser parcialmente realizada com uma moderna máquina de vindimar.

Foram, portanto, criadas as condições para a produção de vinhos de elevada qualidade, tanto no processo de vinificação como no estágio, através da concepção de uma sala própria para o envelhecimento em barricas de carvalho.

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Não muito distante do sopé da vertente poente da Serra de Montejunto, entre Vilar e Martim Joanes, está instalada a Quinta do Gradil. Considerada uma das mais antigas, senão a mais antiga, herdade do concelho do Cadaval, a Quinta do Gradil tem uma forte tradição vitivinícola que se prolonga desde há séculos. A propriedade é composta por uma capela nobre ornamentada por um torreão artísticamente decorado, um núcleo habitacional, uma adega e uma área agrícola de 200 hectares ocupados com produções vinícolas e frutícolas.

A Quinta do Gradil foi adquirida, nos finais dos anos 90, pelos netos de António Gomes Vieira, precursor da tradição de vinhos na família desde 1945. Os novos proprietários iniciaram, em 2000, o processo de reconversão de toda a área de vinha primando por castas de maior qualidade. A adega sofreu melhoramentos, estando projetada uma reformulação profunda nos próximos 2 anos, e as cocheiras recuperadas deram lugar a uma sala de tertúlias. O palacete e capela, em fase muito avançada de degradação aquando da aquisição da Quinta pelos novos proprietários, foram limpos e contam agora com um projecto ambicioso de recuperação, sendo que a herdade tem marcas históricas seculares e constitui um marco arquitectónico significativo.

As mais antigas referências documentais encontradas sobre a Quinta do Gradil remontam ao final do século XV, num documento Régio. Em de 14 de Fevereiro de 1492, data do documento, D. Martinho de Noronha recebeu de D. João II a carta de doação da jurisdição e rendas do Concelho do Cadaval e da Quinta do Gradil. Por ocasião da ascensão de D. Manuel I ao trono português e a sua atuação a favor dos membros da Casa de Bragança, a Quinta do Gradil torna a ser referenciada na confirmação de doação concedida por D. Manuel I a D. Álvaro de Bragança, irmão mais novo do 3º Duque de Bragança, D. Fernando II, que acusado de traição foi mandado degolar por D. João II, em 1483.

A Quinta terá sido adquirida pelo Marquês de Pombal por ocasião do movimento que a partir de 1760 levou à ocupação de terras municipais, admitindo-se que já na altura contasse com o cultivo de vinha, factor que terá sido decisivo para o estadista que criou a Companhia das Vinhas do Alto Douro. Manteve-se na pretensa da família até meados do século XX, quando foi comparada por Sampaio de Oliveira. Já nos finais dos anos 90 que os atuais proprietários, a família Vieira, adquirem a herdade.

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Quem sobe à Serra de Montejunto depara-se com uma paisagem que enamora os sentidos. Um cenário feito com o verde dos campos, não apenas de vinhas, e com o azul do mar.

A Quinta da Chocapalha situa-se nesse ondulado, por onde se desce até ao Tejo. A estrada, que vem da Aldeia Galega da Merceana, tem um charme muito próprio, ornamentada por árvores centenárias e de grande porte.

Quando aqui cheguei fiquei deliciado. O que me fascinou era ser uma quinta e não um pedaço de terra. Aqui cheirava-se a tradição e isso vê-se pelas árvores. Aqui viveu alguém que também tinha uma paixão pela terra.

Contudo, nem tudo estava ajustado aos objectivos que a família Tavares da Silva tinha em mente, o que levou Paulo Tavares da Silva a dedicar-se empenhadamente ao estudo. Quis também ouvir as pessoas mais velhas das aldeias, conhecedoras dos segredos da natureza da zona. Desde o começo que o projecto assenta no aproveitamento do que a tradição tem de melhor, juntando-lhe o conhecimento e a tecnologias mais modernas.

Embora há muito tempo reconhecida com potencial para produzir grandes vinhos, esse objectivo foi mudando. Quando a família Tavares da Silva chegou à Quinta da Chocapalha, as castas plantadas visavam a obtenção de produção e estavam em mau estado. Reestruturar a vinha foi inevitável para cumprir o objectivo de conseguir produzir vinhos que melhor reflectissem o especial terroir desta quinta.